- Milhares de mulheres participaram em manifestações no Dia Internacional da Mulher, em Lisboa e no Porto, juntando causas nacionais e internacionais.
- As faixas e cartazes destacaram reivindicações pela igualdade de género em diversas idades, desde meninas até mulheres mais velhas.
- Entre as mensagens, surgiram apoios à Palestina, em contexto dos protestos que marcaram o dia.
- A UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) participou na marcha em Lisboa, onde se recordou a análise de que mais de 700 mulheres foram assassinadas em contexto de intimidade entre 2002 e 2025.
- O conjunto de imagens mostrou participantes em Lisboa e no Porto, com cartazes, faixas e diversas intervenções públicas durante o protesto.
Milhares de pessoas marcharam hoje pelas ruas em defesa da igualdade de género e dos direitos das mulheres, em vários concelhos do país. O Dia Internacional da Mulher, assinalado neste domingo, reuniu causas nacionais e internacionais, com foco na igualdade ainda por alcançar.
As marchas atenderam a várias faixas etárias, desde crianças a senhoras mais velhas, com reclamos que vão desde condições de trabalho até proteção contra violência. Cartazes pediam fim da discriminação e maior participação feminina na vida pública.
Entre as imagens do protesto, destacou-se a presença de famílias com crianças, mães com filhas e jovens que levaram mensagens de apoio a diferentes causas, incluindo a situação na Palestina. O evento buscou visibilidade para múltiplas perspetivas.
Participação e temas principais
A UMAR (União de Mulheres Alternativa Revolucionária) marcou presença em Lisboa, no desfile da Avenida da Liberdade, associando a luta de gerações a uma semana em que revelou que mais de 700 mulheres foram assassinadas em contexto de intimidade entre 2002 e 2025.
No Porto, centenas de manifestantes concentraram-se numa manifestação nacional de mulheres, com imagens de multidões a verter pelas artérias da cidade, destacando mensagens de solidariedade e reivindicações por políticas públicas mais assertivas.
Os organizadores apelaram a respostas concretas do governo, incluindo combate à violência de género, igualdade salarial e maior representação feminina em cargos estratégicos. Informações sugerem que o movimento não ficou restrito a Portugal.
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