- Milhares de pessoas desceram hoje da Avenida da Liberdade até à zona ribeirinha de Lisboa, no Dia Internacional da Mulher.
- O objetivo da marcha é defender mais igualdade e medidas concretas para colmatar o fosso entre homens e mulheres.
- A líder do Livre, Isabel Mendes Lopes, afirmou que o dia assinala os direitos das mulheres e que ainda há muito por fazer para alcançar direitos iguais.
- Reforçou que uma sociedade com direitos iguais beneficia todos, independentemente do género.
- A dirigente apontou ainda que persistem traços machistas na sociedade e que os números de violência doméstica evidenciam a desigualdade.
Milhares de pessoas participaram hoje numa marcha de Lisboa, que partiu da Avenida da Liberdade e seguiu em direção à zona ribeirinha, no Dia Internacional da Mulher. O protesto defende mais igualdade e medidas concretas para reduzir o fosso entre homens e mulheres.
A iniciativa decorreu ao longo da tarde, com participantes a reivindicar direitos iguais e políticas que promovam a igualdade de oportunidades no trabalho, na educação e em áreas decisivas da vida cívica.
A líder do Livre salientou que o dia celebra os direitos das mulheres e reconhece a persistência da luta por igualdade real, destacando a importância de uma sociedade em que homens e mulheres tenham as mesmas oportunidades para alcançar os seus objetivos.
Isabel Mendes Lopes acrescentou que, embora haja avanços, persiste um ambiente com traços de machismo que afetam de forma desproporcional as mulheres, especialmente ao nível da violência doméstica, cuja dimensão é evidente nos números disponíveis.
A marcha, que envolveu milhares de participantes, destacou a necessidade de medidas políticas concretas para fechar as brechas existentes e promover uma sociedade mais livre e igualitária para todos.
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