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Cardeal visto com telemóvel durante eleição do Papa Leão XIV

Cardeal idoso leva telemóvel à Capela Sistina; alarmes ativam a segurança, atrasando a primeira votação; no dia seguinte introduzem relógios de corda aos cardeais

Escolha de Leão XIV ficou marcada por uma situação insólita, só agora parcialmente revelada
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  • Um dos cardeais mais velhos entrou na Capela Sistina com um telemóvel no bolso durante a eleição do Papa Leão XIV; o aparelho ativou o sistema de segurança, sem que tenha tocado.
  • Se o telemóvel tivesse entrado em contacto com o exterior, o cardeal poderia ter sido afastado, o que não ocorreu na prática.
  • O episódio é relatado no livro de Elisabetta Piqué e Gerard O’Connel, “A Eleição do Papa Leão XIV: A última surpresa do Papa Francisco”, com lançamento previsto para o dia 25.
  • Quando os alarmes tocaram, o cardeal não revelado mostrou-se angustiado por supostamente ter perturbado os trabalhos da eleição.
  • Noutro episódio com telemóveis, vários cardeais ficaram sem despertador devido a fusos horários, o que atrasou a primeira votação; no dia seguinte foi distribuído um relógio de corda a cada cardeal.

Um dos cardeais mais velhos a participar na eleição do Papa Leão XIV, em maio, entrou na Capela Sistina em Roma com um telemóvel no bolso. O aparelho ativou o sistema de segurança, sem ter contacto externo, e o incidente foi referido no livro de Elisabetta Piqué e Gerard O’Connel, cuja edição sai no dia 25.

Segundo o livro, o telemóvel ligado disparou os dispositivos de monitorização que acompanham os eleitores de todo o mundo. A situação levou a um reforço da presença de segurança na capela durante o escrutínio para o Sumo Pontífice.

O nome do cardeal não é revelado. Os autores descrevem que ele ficou angustiado por ter perturbado os trabalhos. Em outro episódio semelhante, muitos cardeais que ficaram sem telemóvel também perderam o despertador.

No dia seguinte, o problema começou a ser resolvido: cada cardeal recebeu um relógio de corda para facilitar a coordenação horária entre os votantes. A narrativa do livro detalha ainda atrasos na primeira votação devido a falhas técnicas.

Contexto e fontes

  • O livro citado é assinado por Elisabetta Piqué e Gerard O’Connel.
  • A obra afirma que a eleição seguiu com alterações operacionais para evitar novas falhas.
  • Não foram divulgados nomes oficiais nem dados pessoais dos envolvidos.

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