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Michael ultrapassa Oppenheimer e torna-se a cinebiografia mais lucrativa de sempre

Michael ultrapassa Oppenheimer e torna-se a cinebiografia mais rentável de sempre, com receitas globais de 977,4 milhões de dólares

Michael ultrapassa Oppenheimer e torna-se a biografia mais lucrativa de sempre
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  • A cinebiografia de Michael Jackson, dirigida por Antoine Fuqua, tornou-se na mais lucrativa de sempre no cinema musical, com receitas globais de 977,4 milhões de dólares.
  • Ultrapassou Oppenheimer, que angariou 975,8 milhões de dólares, tornando-se o filme biográfico mais rentável.
  • Estreado em abril de 2026, o filme já está na décima semana de exibição e aproxima-se da casa dos mil milhões.
  • Tem recebido críticas por não abordar acusações de abuso sexual de menores contra Jackson; o espólio terá travado uma versão inicial do filme.
  • Uma sequela está a ser preparada, com possibilidade de arrancar ainda este ano ou em 2027; a inclusão das acusações na continuação é uma questão em aberto.

Michael ultrapassa Oppenheimer e torna-se a cinebiografia mais lucrativa de sempre.

A cinebiografia de Michael Jackson, realizada por Antoine Fuqua, tornou-se a obra biográfica musical com maior retorno financeiro, somando 977,4 milhões de dólares em receitas globais. O filme superou Oppenheimer, de Christopher Nolan, que arrecadou 975,8 milhões, segundo dados do Box Office Mojo.

Lance e alcance do projeto, até ao momento, colocaram-no na dianteira das bilheteiras globais, incluindo a marca de mil milhões de dólares prevista para a fase inicial de exibição, já na 10.ª semana. O filme estreou em abril de 2026 e traça a trajetória de Jackson desde os tempos de criança prodígio nos Jackson 5 até ao estatuto de Rei da Pop.

Recepção e críticas

Apesar do sucesso comercial, o filme tem gerado críticas por omitir aspetos controversos da vida de Jackson, incluindo acusações de abuso de menores. Relatos indicam que uma versão inicial abordava essas acusações, mas o espólio do artista influenciou mudanças para uma abordagem mais acessível ao grande público. As refilmagens teriam sido financiadas pelo próprio espólio, segundo informações de fontes do setor.

A crítica publicada pela Euronews Culture sustenta que a cinebiografia funciona como uma apresentação hagiográfica, com foco nos êxitos e em recriações de momentos icónicos, mantendo pouca margem para conflitos dramáticos. O texto conclui que o filme parece dirigido para fãs, com uma narrativa sanitizada que evita confrontos relevantes da vida de Jackson.

Sequela em preparação

Já está em preparação uma sequência de Michael, com Adam Fogelson, presidente da Lionsgate, a indicar que as filmagens podem começar ainda este ano ou em 2027. Sobre o conteúdo da continuação, Fogelson referiu que poderá incluir episódios como a atuação no intervalo do Super Bowl de 1993, sem confirmar se as acusações do historial serão abordadas.

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