- Durante o feriado em Portugal, o elenco de House of the Dragon promoveu a terceira temporada da série da HBO Max em Londres, com estreia marcada para o dia 21.
- A Netflix recorreu ao elenco de O Homicídio Perfeito Um Guia Para Boas Raparigas, mantendo a protagonista Pip Fitz-Amobi na linha da frente da série.
- O ano tem mostrado longos hiatos entre temporadas: Stranger Things voltou sem os miúdos serem já crianças, três anos entre temporadas de Severance e dois anos e meio entre a estreia e a segunda parte de Wednesday.
- Segundo a Ampere Analysis, há um pico de separação entre temporadas feitas na América, com o hiato entre temporadas a duplicar na última década, reforçando a ideia de uma produção global cada vez mais assente num fluxo irregular.
- A crise nos efeitos visuais, com sobrecarga de trabalho e uso de IA, tem atrasado a pós-produção e aumentado o tempo de conclusão de séries com grandiosos efeitos visuais, como dragões.
Ontem, durante o feriado em Portugal, o elenco e os criadores de House of the Dragon estiveram em Londres a promover a terceira temporada da série da HBO Max. Rhaenyra Targaryen e os seus aliados chegam a 21 de junho, após um intervalo que já dura dois anos.
Poucos dias antes, Pip Fitz-Amobi regressou à Netflix, na pele da protagonista de O Homicídio Perfeito Um Guia Para Boas Raparigas. Quem viu a primeira temporada não precisa de recapitular fatos importantes, diz a nova temporada.
O regresso das grandes séries tem sido marcado pela pausa entre temporadas. Stranger Things encerrou uma fase, deixando fãs a rever episódios anteriores para manter o fio à meada. Também se observa um hiato maior entre temporadas de outras produções.
A mudança generalizada na indústria é apresentada pela Ampere Analysis, citada pela The Hollywood Reporter. O hiato entre temporadas tem aumentado, reflexo de uma priorização de projetos de grande escala e efeitos visuais complexos, com prazos cada vez mais apertados.
No contexto, a produção com efeitos especiais enfrenta sobrecarga, avanços de IA e pressão de prazos. Dragões, cenários e cenas de pós-produção mais demoradas contribuem para atrasos em várias séries.
Para o consumidor, a consequência é uma maior volatilidade de lançamento. Os espectadores podem cancelar temporariamente as assinaturas e retornar quando houver novidades, o que implica um impacto económico para os serviços de streaming.
Netflix
Romances no Escritório estreia na plataforma, com Jennifer Lopez e Brett Goldstein em tom de comédia romântica no ambiente de trabalho. Ainda na Netflix, a aposta no conteúdo de futebol inclui documentários sobre o Mundial que ajudam a manter o interesse do público durante grandes torneios.
Apple TV
Cape Fear entrega uma produção com múltiplas referências a cineastas consagrados, incluindo Scorsese e Spielberg como produtores. O elenco principal inclui Amy Adams e Patrick Wilson, com a narrativa centrada numa vingança que se desenrola ao longo de dez episódios.
HBO Max
In Flight é a nova série de crime britânica com Katherine Kelly e Stuart Martin, criada por Chris Baugh. A trama acompanha um homicídio e a chantagem para salvar a vida de um familiar, num enredo típico de thrillers.
Filmin
A Orquestra, tragicomédia dinamarquesa, foca tensões laborais na Orquestra Sinfónica de Copenhaga. Um novo diretor artístico desencadeia conflitos que perturbam o equilíbrio entre músicos e ambições individuais.
Amazon Prime Video
Patrocínio acompanha o clã de irmãs e outras personalidades ligadas a influenciadores, oferecendo retratos da vida familiar e dos bastidores da participação mediática.
Telemetática
Rabo de Peixe assume-se como título de destaque com várias temporadas, atingindo milhões de visualizações globais e consolidando-se como um dos conteúdos mais vistos de Portugal na Netflix.
Mais conteúdos e críticas ficam disponíveis nas seções de opinião e cultura dos jornais, com referências a artigos de imprensa como Público, Expresso e Lusa, sem divulgação de links ou contatos. Até ao próximo episódio.
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