- A bailarina argentina María Nieves morreu aos 91 anos no domingo, sem especificação pública da causa.
- Foi uma das figuras de referência do tango, ajudando a popularizar a dança a nível mundial, destacando-se nas décadas de cinquenta e sessenta.
- Formou, e foi casada entre 1964 e 1973, com Juan Carlos Copes; o duo ficou conhecido como “o Fred Astaire e a Ginger Rogers do tango”.
- Continuaram a dançar juntos até 1997, mantendo a parceria mesmo após o divórcio, e a atuação ficou marcada em palcos internacionais.
- O espetáculo Tango Argentino, criado em Paris em 1983 com Copes, tornou-se parte fundamental da revitalização internacional do tango, com passagens pela Broadway e em filmes como Assassination Tango, Solamente Ella e Detrás de Un Largo Muro.
Maria Nieves, ícone do tango argentino, morreu aos 91 anos neste domingo, em Buenos Aires, segundo fontes culturais locais. A causa da morte não foi especificada. A bailarina e coreógrafa colaborou decisivamente para a projeção mundial do tango.
Nascida numa família humilde, Nieves destacou-se na década de 1950 ao dançar com Juan Carlos Copes. O casal tornou-se referência do tango moderno e performou em palcos globais, elevando o estilo a nível internacional.
Parcerias históricas e vida pessoal
María Nieves casou-se com Juan Carlos Copes entre 1964 e 1973. Mesmo após o divórcio, continuaram a dançar juntos durante mais de quatro décadas, até 1997. Surgiu assim o duo conhecido como o Fred Astaire e a Ginger Rogers do tango.
Legado e impacto internacional
Em parceria com Copes, Nieves protagonizou o espetáculo Tango Argentino, criado em 1983 em Paris e com temporadas na Broadway. A produção foi fundamental para revitalizar o tango no cenário mundial.
A bailarina ajudou a levar o tango a teatros de Paris e Tóquio e inspirou diversas obras cinematográficas. A Associação de Actores da Argentina e o Ministério da Cultura prestaram homenagens à sua carreira.
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