- Mais de mil nomes da indústria de cinema assinaram uma carta aberta a opor-se à fusão entre Paramount Pictures e Warner Bros. Discovery.
- Entre os signatários estão Jane Fonda, Joaquin Phoenix, Mark Ruffalo, Ben Stiller e diversos realizadores, atores e argumentistas.
- A fusão proposta em Fevereiro prevê uma operação avaliada em cento e dez mil milhões de dólares, com apoio de fundos soberanos e de Jared Kushner.
- Os signatários defendem que a fusão reduziria a concorrência, prejudicaria criadores, empregos e diversidade, e reduziria o número de grandes estúdios nos Estados Unidos para quatro.
- A carta, lançada por três organizações — Committee for the First Amendment, Democracy Defenders Fund e Future Film Coalition — menciona ainda possível ação legal que possa bloquear o negócio, com atenção especial ao acompanhamento do procurador-geral da Califórnia.
Mais de mil nomes de Hollywood assinam uma carta aberta a opor-se à fusão entre Paramount e Warner Bros. Discovery. A operação, anunciada em fevereiro, pode criar um dos maiores agrupamentos da indústria. O objetivo é evitar menos concorrência e preservar diversidade criativa. A carta chegou ao público através do The New York Times.
Entre os signatários aparecem Jane Fonda, Joaquin Phoenix, Mark Ruffalo, Ben Stiller e muitos outros nomes de atores, realizadores e argumentistas. A lista inclui também Jane Fonda, Rose Byrne, Don Cheadle, Jason Bateman, Lily Gladstone, Lin-Manuel Miranda e David Fincher. Os signatários defendem que a fusão reduzirá as oportunidades para criadores e aumentará os custos para o ecossistema de produção.
Contexto da proposta e reticências
A fusão foi anunciada como a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount, liderada por David Ellison. O negócio está avaliado em cerca de 110 mil milhões de dólares e envolve fundos soberanos dos Emirados Árabes Unidos, do Qatar e da Arábia Saudita, além de Jared Kushner. A carta sustenta que a concentração atual já pressiona o setor.
Consequências apontadas e intervenientes
Os signatários alertam para menos empregos, menos diversidade de histórias e maior controle por parte de poucos grandes estúdios. Argumentam que a concentração pode reduzir a distribuição internacional e afetar a integridade dos créditos finais. A carta também menciona potenciais ações legais avaliadas pelo procurador-geral da Califórnia e por outros estados.
Organização e objetivo da iniciativa
A carta é promovida por três organizações: o Committee for the First Amendment, o Democracy Defenders Fund e o Future Film Coalition. Cada uma das entidades visa preservar a concorrência, proteger empregos e sustentar a indústria criativa nos EUA e além fronteiras. As entidades destacam a importância de um ecossistema diversificado para a cultura e a economia.
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