- La Vénus Électrique abre o Festival de Cannes a 12 de maio, uma comédia burlesca passada na Paris do início do século XX.
- O filme é de Pierre Salvadori, 11.º da sua filmografia e o primeiro em que faz uma reconstituição de época.
- Protagonizam Anaïs Demoustier, Pio Marmaï, Gilles Lellouche e Vimala Pons, com estreia prevista no mercado francês no mesmo dia.
- A escolha mantém a tendência de abrir Cannes com produção francesa, sem presença internacional norte‑americana no arranque.
- A história acompanha um pintor viúvo que se apaixona pelo fantasma da esposa; Salvadori cita inspiração em Lubitsch, Wilder e Edwards.
La 79.ª edição do Festival de Cannes abre a 12 de maio com a comédia burlesca La Vénus Électrique, de Pierre Salvadori. A Paris do início do século XX serve de cenário para uma história de impostura, amor e fantasia. O filme estreia no mercado francês no mesmo dia.
O elenco principal reúne Anaïs Demoustier, Pio Marmaï, Gilles Lellouche e Vimala Pons, todos ligados a uma produção que aposta numa reconstituição de época. Salvadori assina o 11.º filme da sua filmografia, o primeiro a explorar esse registo histórico de forma tão marcada.
A escolha de abrir Cannes com uma obra nacional reforça o desenho da edição, sem produção internacional de grande rodagem. Não havendo, desde 2019, estreia de uma produção americana no arranque, o festival volta a privilegiar o cinema francês na sessão de abertura.
O realizador descreveu Cannes como um espaço de celebração da realização, da ousadia e da liberdade criativa. O filme surge como expressão dessa visão, segundo o próprio, que valoriza a descoberta e o apoio aos cineastas em cada edição.
La Vénus Électrique aborda uma fábula sobre impostura e manipulação. Conta a história de um pintor viúvo que se apaixona pelo fantasma da sua mulher, numa narrativa que reimagina os anos loucos inspirada em comédias clássicas de Hollywood.
A produção cita influências de mestres como Lubitsch, Wilder e Edwards, com Salvadori a afirmar o desejo de quebrar moldes mantendo o humor e a sofisticação de cada cena. O filme promete um olhar fresco sobre uma época que costuma inspirar o cinema moderno.
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