- Inês Castel-Branco voltou à televisão na novela A Madrasta, da TVI, com gravações já em curso e sem data de estreia definida.
- A atriz descreve o papel como entusiasmante, com componente policial, thriller e drama, e acredita que a novela terá sucesso.
- As primeiras cenas gravadas envolveram detenção e prisão, marcadas por grande emotividade e choro.
- Tentou visitar uma prisão para perceber o ambiente, mas o mau tempo em Portugal inviabilizou a ida; a personagem é alguém presa no estrangeiro.
- Após Cacau, em 2024, a atriz junta o teatro e a televisão, referindo que este regresso também permitiu cuidar da vida pessoal, incluindo o filho, com treino e terapias.
Inês Castel-Branco está de volta à televisão com a novela A Madrasta, da TVI, depois de quase dois anos afastada das novelas e de uma temporada dedicada ao teatro. As gravações já arrancaram, e a atriz revela estar feliz com o grupo e com o texto, destacando o papel como uma das suas melhores experiências recentes. O enredo combina melodrama com uma atmosfera de thriller, envolvendo uma busca pelo assassino que lhe acrescenta intensidade.
A atriz descreve as primeiras cenas gravadas, incluindo uma detenção e uma prisão, como momentos extremamente emocionantes e desafiantes. A preparar-se para entender o ambiente carcerário, pediu autorização para visitar um estabelecimento prisional, mas o mau tempo em Portugal inviabilizou o plano. Ainda assim, destaca o interesse pela temática das prisões, especialmente em contextos internacionais, já que a sua personagem fica encarcerada no estrangeiro.
A Madrasta marca o reencontro de Castel-Branco com antigos colegas de trabalho, após o projeto Cacau, em 2024. A atriz afirma estar a sentir uma energia renovada e prefere alternar entre televisão e teatro ao longo do ano. O regresso também permitiu-lhe dedicar mais tempo à vida pessoal, incluindo o filho, que mudou de escola, e à preparação física e a terapias. O conjunto de experiências anteriores levou-a a sentir-se mais preparada para este desafio, afirmando que o trabalho atual parece ter exigido uma dedicação de muitos anos.
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