- O Testamento de Ann Lee, dirigido por Mona Fastvold, é visto como o momento da realizadora na parceria com Brady Corbet.
- Fastvold assume o filme após ter estado a montar o projeto, sucedendo ao seu parceiro na produção conjunta.
- O filme de Corbet, O Brutalista, já tinha recebido três Óscares, incluindo pela interpretação de Adrien Brody e pela música de Daniel Blumberg.
- Em Veneza 2024, O Testamento de Ann Lee conquistou o Leão de Prata de melhor realizador.
- A obra aborda uma seita cristã do século XVIII e o seu confronto com um mundo brutal, mantendo o tom anguloso, áspero e brutalista.
O Testamento de Ann Lee passa a ser dirigido por Mona Fastvold, a realizadora norueguesa que tem sido parceira de Brady Corbet. A mudança ocorre num momento em que Fastvold já colaborava em projetos do cineasta americano.
O testemunho de Ann Lee surge ligado ao historial do duo, que conta com o filme do marido, O Brutalista, premiado em Veneza 2024. Na edição de 2024, o Leão de Prata distinguiu Corbet com o prémio de melhor realizador.
Entre as distinções associadas ao projeto anterior, estiveram três Óscares atribuídos ao trabalho de Corbet, incluindo a melhor interpretação de Adrien Brody e a música de Daniel Blumberg. A transição de direção coloca Fastvold no centro do desenvolvimento de O Testamento de Ann Lee.
Contexto
Em Veneza, O Brutalista foi destacado pela crítica pela abordagem estética e pela performance de Brody, que motivou parte do reconhecimento internacional. A equipa atualiza a produção de Ann Lee, mantendo a colaboração entre Fastvold e Corbet, com foco na visão de cada um para o projeto.
Fontes próximas ao projeto indicam que a mudança tem como objetivo acelerar a montagem e a pós-produção, sem alterações no conceito criativo já apresentado. Não foram anunciadas datas de estreia nem detalhes adicionais sobre o elenco.
Entre na conversa da comunidade