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Movimento Armilar Lusitano sabia morada do Primeiro-Ministro, apelidado de monstro negro

Investigação mostra que o Movimento Armilar Lusitano sabia onde vivia o primeiro-ministro, ligado a planos de ataque e ao recrutamento de novos membros

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  • O Movimento Armilar Lusitano sabia onde morava o primeiro-ministro, a quem apelidavam de “monstro negro”.
  • Segunda parte do programa “Doa a Quem Doer” foi emitida no dia 27 de junho de 2026.
  • O movimento fazia castings para acolher novos membros.
  • O grupo neonazi planeava atacar a SOS Racismo e a dirigente da associação.
  • Mário Machado era a cabecilha do grupo de extrema-direita 1143 e mantinha contactos com o Movimento Armilar Lusitano.

Segundo a segunda parte do programa Doa a Quem Doer, transmitida a 27 de junho de 2026, o Movimento Armilar Lusitano sabia onde morava o primeiro-ministro e o apelidava de “monstro negro”. A revelação levanta questões sobre vigilância de figuras públicas por parte do grupo.

A investigação aponta que o Armilar Lusitano realizava “castings” para admitir novos membros e fortalecer as suas estruturas. Paralelamente, o grupo neonazi planeava atacar a associação SOS Racismo e a dirigente desta organização.

Mário Machado era apontado como cabeça do grupo de extrema-direita 1143 e teria mantido contactos com o Movimento Armilar Lusitano. As informações indicam uma rede de ligações entre diferentes células extremistas.

Ligações entre grupos

As informações sugerem uma cooperação entre grupos de extrema-direita, com partilha de contactos e estratégias. O avanço das diligências policiais mantém-se em segredo de Justiça, sem confirmação de detenções até ao momento.

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