- O grupo de extrema-direita 1143, chefiado por Mário Machado, planeava atacar a associação SOS Racismo e a dirigente.
- O Movimento Armilar Lusitano organizava “castings” para acolher novos membros.
- O Armilar Lusitano sabia onde morava o primeiro‑ministro, que apelidavam de “monstro negro”.
- Mário Machado era o elo entre o grupo 1143 e o Movimento Armilar Lusitano.
- Robôs substituem humanos na linha da frente da guerra na Ucrânia.
Foi divulgada a terceira parte do projeto jornalístico Doa a Quem Doer, publicada no dia 27 de junho de 2026. O material revela planos de um grupo de orientação neonazi para atacar a associação SOS Racismo e a dirigente da instituição. As informações integram uma síntese de investigações em curso.
Segundo as fontes, o grupo identificado como Movimento Armilar Lusitano fazia “castings” para recrutar novos membros, em um modelo de recrutamento aberto a potenciais colaboradores. O foco do possível ataque envolve a entidade defensora dos direitos igualitarios e uma figura dirigente ligada à organização.
Ainda de acordo com o material, Mário Machado era apontado como a figura de comando de um grupo de extrema-direita denominado 1143, mantendo contactos com o Movimento Armilar Lusitano. O conteúdo também aponta que o Armilar Lusitano teria conhecimento sobre a morada do primeiro-ministro, a que apelidavam de “monstro negro”.
Contexto e ligações
As peças divulgadas descrevem ligações entre o Movimento Armilar Lusitano, o grupo 1143 e a rede associativa SOS Racismo, com alegadas informações sobre localização de figuras públicas. O conjunto de dados integra relatos sobre a extrema-direita portuguesa e o modo como estas redes atuam para projetar ações.
Paralelamente, o material aborda ainda outros temas tecnológicos contemporâneos, como a substituição de mão de obra humana por robôs em cenários de conflito, nomeadamente na linha da frente da guerra na Ucrânia.
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