O SOS Racismo afirma ter tomado conhecimento, pela imprensa, de que o Movimento Armilar Lusitano (MAL) planeava atacar a sua sede em Lisboa. A organização diz não ter sido informada pela polícia ou pelo Ministério Público sobre o assunto durante a investigação em curso.
Segundo o SOS Racismo, já apresentaram dezenas de queixas contra grupos de extrema-direita, mas asseguram que não foram chamados a prestar esclarecimentos pelas autoridades. A organização sublinha a preocupação com a segurança do espaço.
A notícia que envolve o MAL foi divulgada esta semana pela imprensa. O SOS Racismo reforça a necessidade de notificações oficiais e de resposta adequada das entidades competentes para questões de violência e segurança pública.
Posição do SOS Racismo e contexto
O SOS Racismo destaca que, apesar de ter reportado incidentes e denúncias, o contacto institucional por parte de autoridades permanece insuficiente. A organização afirma manter a vigilância sobre atos que possam colocar em risco a integridade de membros e colaboradores.
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