- Câmara de Abrantes aprovou protocolo com a Polícia Judiciária para instalar sete câmaras móveis de videovigilância na floresta, com gestão da PJ.
- As câmaras destinam-se à deteção precoce de ignições, monitorização de comportamentos de risco e apoio à investigação de incêndios rurais no concelho.
- Por serem móveis, os equipamentos podem ser deslocados entre pontos críticos conforme necessidade; o município investe cerca de seis mil euros e integrou-os no seu património.
- A Polícia Judiciária vai definir os locais, assegurar a manutenção e cumprir as obrigações legais relacionadas com as imagens.
- O protocolo tem duração inicial de cinco anos e a PJ pretende apurar se existem situações de mão criminosa, com o funcionamento previsto para os próximos dias.
A Câmara Municipal de Abrantes aprovou um protocolo com a Polícia Judiciária para instalar sete câmaras móveis de videovigilância na floresta do concelho. O objetivo é reduzir ignições e apoiar a investigação de incêndios rurais. A iniciativa surgiu da própria PJ, segundo o presidente da Câmara, Manuel Jorge Valamatos.
O protocolo foi aprovado por unanimidade na reunião do executivo, realizada esta semana no distrito de Santarém. As câmaras ficarão sob a gestão operacional da PJ, que definirá locais estratégicos para a instalação e acompanhamento das imagens.
As câmaras, móveis e com software próprio, destinam-se à deteção precoce de ignições, ao monitorizar comportamentos de risco e a recolher elementos úteis à investigação criminal. O município arca com a aquisição e integração no património municipal.
Protocolo e Detalhes
A PJ definirá os pontos de instalação e assegurará a manutenção das câmaras, bem como o cumprimento das regras legais de captação e tratamento das imagens. A contribuição municipal está limitada a cerca de seis mil euros.
Valamatos afirmou que o sistema pode esclarecer a origem de ocorrências no concelho, especialmente em horários de madrugada. A PJ pretende apurar se há mão criminosa em algumas ignições para reforçar a responsabilização.
Custos e Implementação
Os equipamentos serão transferidos para a PJ, que conduzirá a aplicação prática e a deslocação entre pontos críticos, conforme necessidade de vigilância e investigação. O protocolo tem duração inicial de cinco anos, com renovação automática.
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