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EUA sob alerta por suspeitas de espionagem envolvendo Israel

Pentágono eleva para crítico o nível de alerta de contraespionagem devido a suspeitas de espionagem israelita sobre negociações com o Irão, atingindo altos responsáveis

Pentágono, departamento de Defesa dos Estados Unidos
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  • O Pentágono aumentou para nível crítico o alerta de contraespionagem em relação a Israel, após suspeitas de que serviços secretos israelitas tentaram obter informações sobre negociações entre os EUA e o Irão.
  • Entre os alegados visados estão Steve Witkoff, principal negociador de paz da Casa Branca, e Elbridge A. Colby, subsecretário da Defesa para Assuntos Políticos, com supostas escutas telefónicas e invasões de telemóveis.
  • A informação foi divulgada com base em documentos da Agência de Inteligência de Defesa, segundo NBC News e The New York Times, citando as autoridades.
  • Alegadamente, a espionagem foi facilitada pelo uso de aviões privados e de telefones pessoais por altos responsáveis norte-americanos.
  • O cenário ocorre num momento de tensão entre os dois aliados, com as negociações nos EUA e Irão enfrentando impasse sobre o Estreito de Ormuz e o programa nuclear, enquanto conflitos regionais dificultam avanços.

O Pentágono elevou o nível de alerta de contraespionagem para crítico num caso de alegadas atividades israelitas de espionagem contra altos responsáveis dos EUA. A suspeita é que informações sobre negociações com o Irão tenham sido alvo de interceção.

Entre os alegados alvos estão Steve Witkoff, principal negociador de paz da Casa Branca, e Elbridge A. Colby, subsecretário da Defesa para Assuntos Políticos. As informações chegam após revelações de que houve escutas telefónicas e invasão de telemóveis.

A notícia foi adiantada pela NBC News e pelo The New York Times, com base em documentos da DIA. Os relatos indicam que a espionagem pode ter sido facilitada pelo uso de aviões privados e de telefones pessoais por responsáveis norte‑americanos.

Este episódio ocorre num momento de tensão entre os dois aliados, com Washington e Teerão a buscar um acordo de paz, enquanto Telavive aponta para mais trabalho a ser feito. O impasse decorre sobretudo de questões sobre o Estreito de Ormuz e o programa nuclear do Irão.

As negociações parecem estagnadas pelas dificuldades de entendimento sobre o controlo regional e pela continuidade de operações na região. O conflito no sul do Líbano, entre Israel e o Hezbollah, continua a influenciar as perspetivas de acordo.

Os Estados Unidos procuram uma solução para o conflito, mas as Forças de Defesa de Israel mantêm ações no terreno, apesar do cessar-fogo. A escalada de tensão entre Washington e Telavive é o pano de fundo das negociações.

Donald Trump reagiu, segundo relatos, a mensagens recebidas sobre o tema. O estalido de críticas públicas terá incluído termos fortes dirigidos a Benjamin Netanyahu durante conversas privadas.

A administração norte‑americana refere que as alegações permanecem sob investigação. A equipa de segurança nacional reforça a necessidade de proteger comunicações sensíveis e reduzir vulnerabilidades em procedimentos.

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