- Familiares de Ana Paula, vítima da tragédia do Elevador da Glória, exigem uma indemnização de 1 milhão de euros da Carris.
- A ação é movida por Isaque Adam e pela filha da vítima, que alegam negligência da empresa na segurança do elevador.
- De acordo com a família, Ana Paula morreu por asfixia após o elevador ficar preso entre os pisos.
- A Carris ainda não comentou oficialmente sobre o caso; a investigação continua para apurar responsabilidades.
- O caso suscita questões sobre a segurança de elevadores históricos em Lisboa e a necessidade de rever normas aplicáveis.
O caso envolve a morte de Ana Paula, ocorrida na tragédia do Elevador da Glória, em Lisboa, e envolve a família da vítima. Isaque Adam e a filha apresentaram uma ação contra a Carris, a empresa responsável pelo elevador, pedindo uma indemnização de um milhão de euros. A ação centra-se na alegada negligência da empresa.
Segundo a família, a morte de Ana Paula resultou de asfixia após o elevador ficar preso entre os pisos. Alegam que não foram tomadas as medidas adequadas para garantir a segurança dos utilizadores, o que levou à tragédia e aos danos morais sofridos pelos familiares.
A Carris ainda não emitiu uma reação oficial ao processo, que se encontra em fase de investigação para apurar responsabilidades. A ação pretende também compensar custos decorrentes da perda e apoiar a família diante do trauma causado.
O episódio suscitou questões sobre a segurança de elevadores históricos em Lisboa e a necessidade de revisão das normas aplicáveis a estes equipamentos. A família de Ana Paula permanece na senda de justiça e responsabilização da empresa envolvida, reiterando o objetivo de evitar situações semelhantes no futuro.
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