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Governo diz que greve penalizou famílias; CGTP chama de ‘assalto’ à lei laboral

Greve geral em Lisboa gerou confrontos junto ao Parlamento, com detenções, enquanto o Governo aponta impacto nas famílias e a CGTP acusa 'assalto' à lei laboral

Segundo a CGTP, o Governo quer "facilitar despedimentos e aumentar a precariedade"
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A greve geral desta quarta-feira transformou-se num confronto entre narrativas oficiais e laborais, com desentendimentos entre manifestantes e a polícia à frente do Parlamento, em Lisboa. A polícia de choque montou uma formação junto à base da escadaria e houve lançamentos de garrafas e petardos que provocaram detenções. O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, condenou os desacatos, dizendo que foram comportamentos condenáveis de alguns manifestantes.

O Governo sustenta que a greve prejudicou famílias, apontando impactos sociais e económicos. A CGTP, por seu lado, descreve o movimento como uma resposta a questões laborais, referindo o que considera como ataque à lei laboral. O cenário na cidade afastou-se rapidamente da sala da Assembleia para ruas intensas.

Intervenção policial e desdobramentos

A ação policial ocorreu junto à base da escadaria, com a formação de contenção para separar manifestantes da entrada do Parlamento. Registaram-se detenções durante os confrontos que se seguiram aos avisos de ordem pública.

Com o avanço dos acontecimentos, não foram divulgados números oficiais de detenidos ou de feridos. O Governo e a CGTP mantêm posições opostas sobre o significado da greve e os seus impactos, em Lisboa.

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