- A primeira-ministra lituana Inga Ruginiene anunciou medidas para responder a uma grande operação clandestina de acesso à informação do Centro de Registos.
- A ofensiva envolve bases de dados patrimoniais, pessoais, familiares e de propriedade de empresas.
- A operação foi detetada em abril.
- O Presidente, Gitanas Nauseda, afirmou que foi obra de Estados hostis, com indícios de ciberataque organizado por esses Estados.
- A atribuição ao Estado hostil foi comunicada pela televisão pública LRT.
A primeira-ministra da Lituânia, Inga Ruginienė, anunciou hoje medidas para responder a uma grande operação clandestina de acesso a informações do Centre de Registros. A intrusão afetou bases de dados patrimoniais, pessoais, familiares e de entidades empresariais.
A detecção ocorreu em abril, com a administração a atribuir a operação a um Estado hostil. O Presidente, Gitanas Nausėda, afirmou que há indícios de um ciberataque organizado por Estados adversos.
Os anúncios visam estabelecer ações de resposta e reforços de segurança para o Centro de Registros e para as informações sensíveis. As autoridades prometem continuar a investigação e a cooperação com parceiros internacionais.
Contexto e próximo passo
As autoridades não divulgaram detalhes sobre as técnicas usadas ou o alcance exato da exfiltração, apenas indicaram que dados patrimoniais e de pessoas foram afetados. A comunicação oficial sublinha a necessidade de mitigação rápida.
As autoridades devem apresentar atualizações sobre medidas técnicas, proteção de dados e eventuais responsabilizações governamentais ou legais conforme avancem as diligências. O objetivo é reduzir riscos de uso indevido dos dados.
Entre na conversa da comunidade