- Incêndio no oitavo andar de um prédio na rua Henrique Medina, Porto, destruiu a cozinha e causou pânico entre moradores; as chamas foram apagadas com recurso a um extintor.
- Um vizinho alertou os bombeiros ao sentir cheiro a fumo e viu fumo sair da janela da cozinha; os moradores saíram com os seus animais de estimação.
- Os Sapadores do Porto acederam ao penúltimo andar, ventilação necessária na cozinha e nas habitações devido à concentração de fumo; estiveram presentes 17 operacionais (três viaturas) e a PSP.
- As causas ainda não estão apuradas; o inquilino indicou que a energia foi reestabelecida, o que pode ter gerado um curto-circuito; investigação em curso.
- Incêndio num terraço no décimo andar, na rua da Telheira, Amial: foco no terraço, com sofás e mesas a arder; agulheta/aparelho de jato usado para apagar; interior sem danos e sem vítimas; causas desconhecidas.
O incêndio ocorreu num apartamento do oitavo andar de um prédio na rua Henrique Medina, no Porto, na tarde desta quarta-feira. A cozinha foi destruída e houve pânico entre os moradores, que evacuaram o edifício com receio. O fogo foi contido pelos bombeiros.
O alerta surgiu de um vizinho que cheirou a fumaça e viu chamas na cozinha. Além de chamar as autoridades, o morador informou os restantes residentes, que saíram com os animais de estimação. A intervenção foi rápida e restrita ao apartamento.
Os bombeiros acederam ao penúltimo andar e as labaredas foram rapidamente apagadas com um extintor. Foi necessária ventilação da cozinha e de outras habitações devido ao fumo intenso. A origem permanece por apurar, com a possibilidade de curto-circuito.
Estiveram presentes três viaturas dos Sapadores do Porto e uma do Portuenses, num total de 17 operacionais. A PSP manteve-se no local para apoio e controlo de acessos.
Incêndio em terraço no décimo andar no Amial
Na tarde de ontem, os Sapadores do Porto foram chamados para um fogo num terraço, no décimo andar, na rua da Telheira, na zona do Amial. O foco de incêndio atingiu sofás e mesas no espaço exterior.
As chamas foram extintas com uma agulheta. O interior do apartamento não sofreu danos significativos e não houve registo de vítimas. As causas ainda não são conhecidas.
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