- A PSP adiou repatriamentos de migrantes ilegais por constrangimentos administrativos relacionados com falta de verbas, segundo o Sindicato Independente de Agentes da Polícia (SIAP) e confirmado pela Direção Nacional da PSP.
- As diligências são da responsabilidade da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF), que substituiu o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), e não desmente que dinheiro seja a causa dos problemas.
- O SIAP acusa paralisia formativa e afirma que a suspensão afeta decisões administrativas, incluindo expulsões com ordem judicial, no âmbito de processos da PSP e da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).
- Em resposta, a PSP diz que os constrangimentos não impedem a execução dos afastamentos agendados, mas que houve reagendamento das operações devido aos constrangimentos mencionados.
Os repatriamentos de imigrantes ilegais estão suspensos por falta de verbas, segundo o Sindicato Independente de Agentes da Polícia (SIAP). A situação envolve a PSP, a UNEF e a AIMA, herdadas do extinto SEF.
A Direção Nacional da PSP admite constrangimentos administrativos na realização destas diligências, que são da responsabilidade da UNEF, substituta do SEF. Não nega, porém, que a insuficiência de verba seja a causa dos problemas.
Carlos Torres, presidente do SIAP, afirma que o cancelamento de expulsões com ordem judicial por razões orçamentais é gravíssimo. Alega que a execução de decisões judiciais não pode depender de verbas disponíveis, e destaca impactos na formação e prontidão das forças.
A PSP, em resposta ao CM, afirma que os constrangimentos não comprometem a execução dos afastamentos agendados. Indica, contudo, o reagendamento de operações face aos constrangimentos financeiros indicados.
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