- Falha informática num equipamento causou novas filas nos aeroportos de Lisboa, Faro e Porto, com tempos de espera registados até quarenta e cinco minutos em algumas chegadas em Faro.
- A PSP afirmou que o problema foi resolvido de imediato graças aos planos de contingência, e que não houve impacto significativo nas operações.
- Dados oficiais: Lisboa (partidas 32 minutos, chegadas 36), Faro (partidas 45, chegadas 40) e Porto (partidas 10, chegadas 30).
- Vai haver reforço de quinhentos e sessenta agentes para os aeroportos em julho? O texto indica reforço de 360 agentes no início de julho, com o MAI a aumentar o número de boxes de controlo manual de passaportes a partir de 29 de maio.
- O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, disse que seria necessário suspender temporariamente o sistema eletrónico, enquanto o Governo reafirmou que o ESS não será suspenso e que está a trabalhar para melhorar a estabilidade dos sistemas de controlo fronteiriço.
O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, regista uma falha técnica num equipamento informático que interrompeu o controlo fronteiriço, gerando filas durante o dia de hoje. A PSP informou ter resolvido o problema de imediato através de planos de contingência, sem impactos graves.
Os tempos de espera registados pelos aeroportos nacionais variaram consoante o turno e o local: 32 minutos para partidas e 36 para chegadas em Lisboa; 45 e 40 minutos em Faro; 10 e 30 minutos no Porto. A PSP reiterou que a circulação de informação não verificada não ajuda a avaliação do serviço.
A PSP confirmou ainda a intensificação de recursos para julho, com o reforço de 360 agentes nos aeroportos, informação já antecipada pelo primeiro-ministro. O MAI vai aumentar o número de boxes de controlo manual de passaportes a partir de 29 de maio.
Reforços e Medidas
Sérgio Soares, porta-voz da PSP, referiu o planeamento para mais pessoal nos terminais. O MAI garante acompanhamento técnico e análise de falhas com vista a reforçar a estabilidade e a resiliência dos sistemas de controlo fronteiriço, mantendo o sistema operacional dentro da framework europeia.
O ministro das Infraestruturas e Habitação descreveu os atrasos como inadmissíveis e destacou que os constrangimentos afetam a imagem do país. Acrescentou a necessidade de manter a capacidade turística e operacional sem sinais de fragilidade aos passageiros internacionais.
Contexto e Perspetivas
O Governo já indicou que não suspenderá o novo sistema de entrada e saída, apesar das repetidas falhas. Autoridades asseguram que o foco é melhorar a fiabilidade tecnológica e o atendimento ao público, sem descontinuar os serviços de fronteira.
Na prática, as falhas recentes repetem-se nas últimas semanas, com entradas e chegadas sujeitas a atrasos significativos durante períodos de maior movimento. Sindicatos e operadores têm feito alertas sobre a pressão sobre recursos humanos e tecnológicos.
O episódio atual soma-se a críticas de operadores turísticos e companhias aéreas, que exigem medidas urgentes para evitar novas interrupções na fronteira aérea, especialmente na fase de retoma turística.
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