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Quase 400 operacionais no Alentejo Central na fase crítica de combate

Dispositivo de combate no Alentejo Central prevê quase quatrocentos operacionais e um helicóptero na fase de maior risco, entre julho e setembro

Bombeiros
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  • O dispositivo DECIR do Alentejo Central para a fase Delta, entre 1 de julho e 30 de setembro, prevê até 393 operacionais, 99 veículos e um helicóptero, mantendo-se semelhante aos anos anteriores.
  • Na fase Bravo, entre 15 e 31 deste mês, o dispositivo mobiliza até 358 operacionais e 88 veículos.
  • A fase Charlie, durante o mês de junho, prevê até 375 operacionais e 95 veículos.
  • O helicóptero bombardeiro ligeiro mantém-se sediado no aeródromo municipal de Évora, operacional entre 15 de maio e 30 de setembro.
  • As áreas de risco incluem as serras D’Ossa, Valverde e Monfurado, Portel e a Mata Nacional de Cabeção; está a decorrer treino operacional para todos os intervenientes, com apresentação pública do DECIR no dia 12 em Estremoz.

O dispositivo de combate a incêndios para o Alentejo Central, na fase mais crítica entre julho e setembro, envolve quase 400 operacionais, 99 veículos e um helicóptero, conforme anunciou a Proteção Civil. O plano mantém-se semelhante aos anos anteriores, preparado pelo histórico de ocorrências.

Na fase Bravo, de 15 a 31 de julho, o DECIR do Alentejo Central mobiliza até 358 operacionais e 88 veículos no território do distrito de Évora. Segundo a comandante Maria João Rosado, o dispositivo é ajustado de acordo com a atividade sazonal.

A seguir, a fase Charlie, no mês de junho, prevê até 375 operacionais e 95 veículos, mantendo-se dentro da mesma lógica de reforço progressivo para a época de maior risco. O objetivo é antecipar necessidades logísticas.

Entre 1 de julho e 30 de setembro, na fase Delta, está previsto o maior reforço, com até 393 operacionais e 99 veículos. A responsável sublinha que o aumento de meios começa já na fase precoce, devido ao historial de incêndios.

Entre junho e a época alta, o acréscimo de meios não é significativo, aponta a comandante, mantendo o padrão de atuarem mais cedo. O foco recai também sobre a meteorologia que influencia ocorrências.

O helicóptero bombardeiro ligeiro permanece sem alterações face aos anos anteriores, com sede no aeródromo municipal de Évora e operação entre 15 de maio e 30 de setembro. Não houve alterações na data de disponibilidade.

As áreas de maior risco identificadas incluem serras D’Ossa, Valverde, Monfurado e Portel, bem como a Mata Nacional de Cabeção. Estas zonas concentram-se em Estremoz, Redondo, Alandroal, Évora, Montemor-o-Novo e Mora.

O DECIR do Alentejo Central agrega vários intervenientes: Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, corpos de bombeiros, Força Especial de Proteção Civil, GNR, PSP, ICNF, sapadores florestais e a empresa AFOCELCA. A integração facilita a coordenação.

Além da mobilização, estão a decorrer ações de treino operacional para todos os agentes envolvidos. As atividades abrangem gestão de operações, reconhecimento, meteorologia aplicada a incêndios e condução fora de estrada.

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