Um homem, de 33 anos, foi detido no início de fevereiro na Holanda por suspeita de envolvimento num alegado plano para atacar as princesas Amália e Alexia, filhas do rei Guilherme e da rainha Máxima.
Na posse do suspeito foram encontrados dois machados com inscrições que incluíam os nomes Alexia, Mossad e uma saudação nazi. Também foi apreendido um bilhete com as palavras Amália, Alexia e Banhos de Sangue.
Amália, 22 anos, e Alexia, 20, têm uma irmã mais nova, Ariane, de 19 anos, que não aparece como alvo das ameaças. O caso já trouxe receios à segurança das filhas, com a filha mais velha a sofrer restrições de mobilidade no passado.
Entre 2022 e 2024, a família real lidou com dificuldades de proteção. Amália deixou a residência estudantil da Universidade de Amesterdão em 2022, o que a mãe definiu como tendo consequências significativas para a vida da herdeira. Em 2024, Amália mudou-se para Madrid para a licenciatura, passando a ser avistada nas ruas da capital espanhola.
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