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Navio interceptado no Atlântico pode ter cocaína apreendida em Espanha

Guarda Civil intercepta cargueiro com bandeira das Comores no Atlântico; possível recorde de cocaína, acima de 30 mil quilos, em Espanha

Cargueiro com carregamento de cocaína foi intercetado
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  • A Guarda Civil espanhola intercetou no Oceano Atlântico um cargueiro com bandeira das Comores, o Arconian, que transportava cocaína e chegou a Las Palmas de Gran Canaria sob escolta.
  • A embarcação partiu de Freetown, Serra Leoa, a 22 de abril, com destino declarado a Benghazi, Líbia, conforme informações da agência EFE.
  • O intercetamento ocorreu ao largo da costa de Dakhla, no Saara Ocidental, e foram detidas 23 pessoas, num processo mantido em segredo de justiça pelo Tribunal Nacional.
  • A operação pode ser uma das maiores apreensões de cocaína em Espanha, com a carga a poder ultrapassar os 30 mil quilos, conforme a Associação Unificada da Guarda Civil.
  • A operação contou com cooperação internacional, incluindo a DEA, a National Crime Agency, a Polícia Federal brasileira, o CITCO e o MAOC, segundo relatos da EFE e do El País.

A Guarda Civil española interceptou no Oceano Atlântico um cargueiro com bandeira das Comores, que transportava cocaína. O navio Arconian entrou no porto de Las Palmas de Gran Canaria neste domingo, escoltado por uma lancha policial, com a tripulação a bordo. A operação pode figurar entre as maiores apreensões em Espanha.

O cargueiro tinha partido de Freetown, Serra Leoa, em 22 de abril e seguia para Benghazi, Líbia, segundo a rota declarada. O interceptação ocorreu ao largo da costa de Dakhla, no Saara Ocidental, segundo relatos do jornal El País. A investigação corre sob segredo de justiça.

23 pessoas foram detidas durante o operativo, conforme a EFE. A Guarda Civil não detalha mais informações devido ao segredo de justiça, mas aponta a possibilidade de a carga superar 30 mil quilos de cocaína.

Cooperação internacional

A operação contou com a colaboração de várias entidades internacionais, incluindo a DEA dos EUA, a NCA do Reino Unido, a Polícia Federal brasileira, o CITCO e o MAOC. As autoridades portuguesam não divulgaram mais dados.

A associação Unificada da Guarda Civil descreveu a intervenção como histórica e elogiou o desempenho da tripulação da lancha Duque de Ahumada, que participou na ação. A operação continua sob análise das autoridades espanholas.

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