O presidente da Câmara de Lisboa destacou a colaboração entre a Polícia Municipal e a PSP, afirmando que trabalham de igual para igual pela cidade. O foco é o mesmo: reforçar a segurança mantendo as funções distintas de cada corpo policial.
Carlos Moedas reiterou que a PSP continua a ser o órgão de polícia criminal, enquanto a Polícia Municipal atua no quotidiano urbano. O objetivo é que, em situações de crime, haja uma transição clara para a PSP, sem deixar de lado o trabalho de proximidade.
O autarca mencionou um acordo entre as duas forças para atuar em conjunto, especialmente no policiamento comunitário já presente em 16 territórios lisboetas, incluindo o Vale de Alcântara. A coesão entre polícias é apresentada como essencial para a cidade.
Investimento e reforço de competências
Durante o colóquio, Moedas defendeu que a cidade precisa de mais patrulhamento nas ruas e de maior videovigilância, com um investimento previsto de 18 milhões de euros. A requalificação de seis esquadras tem conclusão prevista até ao final do ano, num valor aproximado de 3 milhões de euros.
Declarações e foco institucional
O ministro da Administração Interna apontou que Lisboa tem registado menos criminalidade face ao passado, sublinhando a importância de não manipular dados. Ressaltou ainda o papel determinante da Polícia Municipal no conhecimento das dinâmicas locais.
Neves explicou as funções de cada força: a Polícia Municipal acompanha o quotidiano urbano e facilita o trabalho da PSP e da GNR nas suas áreas específicas. O objetivo é uma presença mais próxima das populações.
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