- O presidente da República, António José Seguro, assinalou o 115.º aniversário da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Foz do Douro, pedindo mais respeito pelas forças de segurança.
- Alertou para uma erosão de valores na sociedade portuguesa, em ato marcado por episódios de agressões a agentes.
- Disse que, numa democracia, a autoridade não é arbitrária e que cada agente atua para proteger todos, não em nome próprio.
- Reforçou a ideia de que não há liberdade sem regras e defendeu uma cultura de respeito pelas instituições e leis através da educação e do diálogo.
- Enfatizou o sacrifício dos militares da GNR, a dedicação ao serviço e o papel humano da instituição, apelando ao apoio coletivo para reforçar a confiança nas forças de segurança.
O presidente da República, António José Seguro, pediu este domingo mais respeito pelas forças de segurança, durante a cerimónia dos 115 anos da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Foz do Douro. O chefe de Estado alertou para uma erosão de valores na sociedade portuguesa.
Em tom firme, Seguro disse que algumas noites ficam gravadas na memória por episódios de agressões a agentes, sublinhando que não são ataques isolados, mas sinais de degradação das regras sociais. A autoridade em democracia não é arbitrária, afirmou.
O Presidente destacou que cada agente atua para proteger todos, não em nome próprio, e reforçou o lema de que não há liberdade sem regras. A educação e o diálogo foram apontados como caminhos para promover o respeito pelas instituições e pelas leis.
Seguro referiu ainda a necessidade de apoio coletivo às forças de segurança, descrevendo o compromisso como essencial para reforçar a confiança nas instituições. Dirigiu-se aos militares da GNR, reconhecendo o sacrifício e a proximidade com as comunidades, especialmente nas zonas mais isoladas.
Por fim, elogiou o trabalho da GNR, destacando o equilíbrio entre rigor e dedicação que distingue a instituição e que deve servir de exemplo na rotina tática e humana de serviço público.
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