- Barómetro do ACP aponta que o perigo nas estradas da Área Metropolitana do Porto resulta principalmente de condutores distraídos (50%) e de excesso de velocidade (48%).
- A maioria dos cidadãos (30%) defende maior presença policial e fiscalização para combater abusos no trânsito.
- Ainda assim, 51% estão descontentes com a atuação das autoridades na gestão do trânsito e do estacionamento.
- Porto e Valongo são os que mais defendem medidas mais duras, totalizando 53%; Via do Conde destaca-se pela preferência por educação e campanhas de sensibilização (40%).
- Em Paredes e Matosinhos o descontentamento é significativo, com saldos negativos na avaliação à gestão de trânsito (Paredes −35, Matosinhos −33); Valongo e Feira são os que apresentam alguma benevolência.
A Área Metropolitana do Porto enfrenta maior perigo rodoviário, segundo o Barómetro do ACP sobre mobilidade. Condutores distraídos representam 50% das causas, seguidos de excesso de velocidade com 48%. Os cidadãos defendem, sobretudo, mais presença policial e fiscalização (30%). Ao mesmo tempo, 51% estão descontentes com a atuação das autoridades no trânsito e estacionamento.
Habitantes do Porto e de Valongo destacam o reforço do policiamento, com a soma de medidas a chegar aos 53%. Quando se somam as propostas de maior penalização aos infratores, a taxa atinge esses 53%. Via do Conde é o concelho com menor entusiasmo por soluções repressivas (40%).
Reforço policial e fiscalização
Entre os apoios, a maioria dos residentes da Área Metropolitana pede aumento da intervenção policial e fiscalização mais intensa. Em Valongo e Feira, aponta-se alguma benevolência relativamente ao atual desempenho.
Os concelhos de Paredes e Matosinhos registam avaliações negativas sobre a gestão do trânsito e do estacionamento. O saldo negativo é de 35 pontos em Paredes e 33 em Matosinhos, indicativo de descontentamento quanto ao trabalho das autoridades.
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