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Autoridades lançam campanha de segurança para peões, ciclistas e trotinetes

Campanha de sensibilização e fiscalização alerta para vulnerabilidade de peões, ciclistas e trotinetas, após 327 mortes e 1.626 feridos graves entre 2022 e 2024

No caso de ciclistas, condutores de outros velocípedes e utilizadores de trotinetas eléctricas, as autoridades alertam para o perigo de circularem em contramão
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  • Entre 2022 e 2024 morreram 327 peões e 94 utilizadores de velocípedes, com 1626 feridos graves.
  • A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP lançam a campanha “Na estrada, todos somos vulneráveis”, entre 21 e 27 de abril.
  • A campanha incide sobre passadeiras, cruzamentos, ciclovias e zonas de tráfego misto, com execução de fiscalização pela PSP e pela GNR.
  • Entre os comportamentos de risco estão atravessar fora das passadeiras, usar telemóvel ou auscultadores, circular em contramão, não usar luzes nem capacete, não ceder passagem e não manter a distância de segurança de 1,5 metros.
  • A campanha é a quarta de onze do Plano Nacional de Fiscalização de 2026.

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP lançam uma campanha de sensibilização sobre a segurança de peões, ciclistas e trotinetas, que decorre entre 21 e 27 de abril. A iniciativa visa reduzir acidentes e promover comportamentos mais seguros nas vias portuguesas.

Entre 2022 e 2024, morreram 327 peões e 94 utilizadores de velocípedes, com 1626 feridos graves. Os números indicam maior incidência dentro de localidades e em estradas secundárias, segundo o comunicado conjunto.

A campanha “Na estrada, todos somos vulneráveis” incide sobre passadeiras, atravessamentos, ciclovias e zonas de tráfego misto, com uma componente de fiscalização pela PSP e GNR. O objetivo é reforçar a atenção de todos os utilizadores.

Contexto e objetivos

Os eventos de risco apontados pelas autoridades incluem atravessar fora das passadeiras, desrespeitar semáforos ou utilizar telemóvel com distração entre peões. Também são destacados condutas de ciclistas, trotinetistas e condutores: contramão, falta de sinalização, circulação fora de vias próprias, ausência de luzes ou de coletes refletores e não uso de capacete.

Entre condutores de automóveis, reside o foco em ceder passagem, respeitar a distância de segurança e evitar velocidades excessivas, especialmente em meio urbano. A fiscalização pretende reforçar a prevenção e reduzir cenários de perigo em áreas com tráfego intenso.

A ANSR, PSP e GNR salientam que a sinistralidade rodoviária não é inevitável. Explicam que medidas simples de cada utilizador podem evitar consequências graves. A campanha desta semana é a quarta de onze, integrada no Plano Nacional de Fiscalização de 2026.

Medidas previstas

Durante a semana, as autoridades esperam ações de fiscalização em pontos de maior risco, como passadeiras perto de escolas e zonas de tráfego misto. A assessoria não detalha quantos agentes estarão em patrulha, nem áreas específicas, mantendo enfoque educativo aliando fiscalização.

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