- O Relatório Anual de Segurança Interna de 2025 aponta 627 tentativas de entrada em Portugal com documentação falsa, mais de 100 acima de 2024 (521).
- As fronteiras aéreas foram as mais utilizadas para estas entradas ilegais.
- Albânia (63), Geórgia (42) e Irão (26) são os países de origem mais frequentes entre quem tentou entrar com documentos falsos.
- Houve 2 140 recusas de entrada em território nacional, principalmente em fronteiras aéreas, com apenas um incidente fora desse canal.
- Os nacionais do Brasil (749) foram os mais impedidos por documentação incorreta, seguidos de Angola (396); voos de Casablanca, São Paulo e Dakar concentraram mais tentativas.
Mais de 600 pessoas tentaram entrar em Portugal em 2025 com documentos falsos, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI). O total de 627 tentativas representa um aumento face às 521 de 2024, alimentando o debate sobre Portugal como porta de entrada para imigração irregular na Europa.
As autoridades, porém, rejeitam essa leitura. A PSP reforçou o controlo das fronteiras desde a extinção do SEF, em 2023, o que diminui a margem para falhas de verificação. O relatório indica que a maior parte das tentativas ocorreu em fronteiras aéreas.
Segundo o RASI, os cidadãos da Albânia (63), Geórgia (42) e Irão (26) foram os que mais tentaram entrar com documentação falsa. As hipóteses envolvem passaportes, vistos ou carimbos falsos, ou documentos contudo pertencentes a terceiros.
Recusas de entrada atingiram 2140 pessoas, com a maioria registada em fronteiras aéreas. Entre os países impedidos de entrar, o Brasil (749) aparece no topo, seguido de Angola (396). Os voos com maior incidence de tentativas partiram de Casablanca, São Paulo e Dakar.
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