- A quishing é uma fraude que usa códigos QR para redirecionar o utilizador a sites ou plataformas de pagamento, com o objetivo de roubar dados ou dinheiro.
- A Guarda Nacional Republicana (GNR) alertou esta semana para ataques de quishing, mostrando como é fácil colar um autocolante sobre um QR Code legítimo numa ementa ou numa máquina de parquímetro.
- Os QR Code falsos podem aparecer em folhetos de promoção, ofertas de emprego, criptomoedas ou doações a instituições de caridade, entre outras situações.
- Em Portugal, os ataques de quishing têm vindo a ganhar expressão, com registos internacionais a indicar que podem encaminhar pagamentos para contas fraudulentas ou instalar malware no telemóvel.
- Dicas de proteção: verifique a origem do código, desconfie de erros ou logótipos falsos, confirme o URL, evite pedidos de pagamento urgente e denuncie qualquer atividade suspeita às autoridades.
Nesta semana, a GNR alertou para o aumento dos ataques de quishing, fraude que usa QR codes. O objetivo é redirecionar para sites de pagamento ou malware, através de códigos escaneados em menus, parquímetros ou folhetos.
Os burlões colocam autocolantes sobre códigos QR legítimos ou criam códigos falsos em promoções ou ofertas de emprego, enganando até utilizadores cautelosos. A técnica aproveita a facilidade de abrir links ao simples enquadrar o código.
Em Portugal, os ataques já foram registados pela GNR, com casos também relatados a nível internacional. Os criminosos podem aceder a dados bancários, informações pessoais e palavras-passe usadas em serviços.
Como se proteger
Verifique a origem do código recebido em emails ou folhetos e desconfie daqueles que não são de fontes habituais.
Observe erros ortográficos ou logótipos falsos, ou códigos colados sobre originais.
Confirme o endereço do site para onde o link aponta, pois podem existir pequenas alterações no URL.
Desconfie de pedidos com sentido de urgência e de pagamentos imediatos.
Se identificar atividade suspeita, faça uma denúncia às autoridades.
Entre na conversa da comunidade