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Segurança aérea europeia prolonga restrições ao espaço aéreo do Médio Oriente

A AESA prolonga até ao dia 24 a recomendação para evitar o espaço aéreo do Médio Oriente e Golfo, devido a cessar-fogo frágil.

Aviões
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  • A Agência Europeia para a Segurança da Aviação prolongou até ao dia 24 a recomendação para evitar o espaço aéreo do Médio Oriente e do Golfo Pérsico.
  • A medida aplica-se a todas as companhias aéreas europeias devido a um cessar-fogo considerado frágil.
  • O último Boletim de Informação para Zonas de Conflito abrange o Irão, Bahrein, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
  • As companhias aéreas não devem operar dentro do espaço aéreo afetado em nenhum nível de voo nem altitude.

A AESA — Agência Europeia para a Segurança da Aviação — prolongou até ao dia 24 a recomendação dirigida a companhias aéreas europeias para evitar o espaço aéreo do Médio Oriente e do Golfo Pérsico. A decisão mantém-se face a um cessar-fogo frágil na região.

O Boletim CZIB da agência abrange o Irão, Bahrein, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita. A zona de conflito continua a ser alvo de restrições repetidas.

As instruções indicam que as companhias aéreas não devem operar dentro do espaço aéreo afetado, em nenhum nível de voo nem altitude. A medida visa reduzir riscos operacionais até que a situação se torne estável.

A extensão da restrição mantém-se independentemente das rotas usadas pela aviação comercial europeia. A AESA monitoriza a evolução da situação regional e atualiza o CZIB conforme necessário.

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