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Seis entidades articulam limpezas para prevenir fogos rurais em camião TIR

Seis entidades articulam, num camião TIR da ANEPC, limpeza de combustível e desobstrução de vias até 31 de maio para reduzir o risco de incêndios na região Centro e de Lisboa e Vale do Tejo

Os três ministros da Defesa, da Administração Interna e da Agricultura esta quarta-feira na apresentação do Comando Integrado de Prevenção e Operações
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  • Seis entidades, sob três ministérios, vão colaborar para limpar combustível, abrir caminhos e melhorar estradas florestais nas regiões Centro e de Lisboa e Vale do Tejo afetadas pela tempestade Kristin.
  • O Centro Táctico de Comando, num camião TIR da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, já está nos Bombeiros Sapadores de Leiria e funciona até 31 de maio.
  • O comando temporário, designado CIPO, é coordenado pela ANEPC e integra ICNF, Agência de Gestão Integrada de Fogos Rurais, Guarda Nacional Republicana, Liga dos Bombeiros Portugueses e o Estado-Maior-General das Forças Armadas.
  • A criação resulta da queda maciça de árvores que obstruiu a rede viária florestal; o presidente da Câmara de Leiria estima que milhões de árvores foram destruídas ou danificadas.
  • As ações visam desobstruir caminhos, definir zonas prioritárias e apoiar proprietários de terrenos que retirem madeira, com apoio entre mil e 1 500 euros por hectare em zonas críticas.

Nos termos de uma intervenção coordenada pela Proteção Civil nacional, seis entidades vão agir em conjunto para limpar material combustível acumulado pela tempestade Kristin, reabrir caminhos e melhorar estradas florestais. A operação terá lugar nas regiões Centro e de Lisboa e Vale do Tejo.

O esforço é liderado por um camião TIR da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, designado Centro Táctico de Comando, que já está estacionado nos Bombeiros Sapadores de Leiria. A operação temporária decorre até 31 de maio, devido ao calor e à secura que dificultam os trabalhos de limpeza.

O Centro Táctico de Comando integra o Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO) e envolve o ICNF, a Agência de Gestão Integrada de Fogos Rurais, a Guarda Nacional Republicana, a Liga dos Bombeiros Portugueses e o Estado-Maior-General das Forças Armadas. As entidades dependem de Defesa Nacional, Administração Interna e Agricultura.

Estas estruturas foram criadas na sequência da significativa queda de árvores provocada pela tempestade Kristin, que obstruiu a rede viária forestal e elevou o risco para populações e infraestruturas. O presidente da Câmara de Leiria estimou que oito milhões de árvores foram danificadas ou destruídas.

A prioridade é identificar zonas críticas de intervenção e atribuir missões aos meios do CIPO, que incluem sapadores florestais, proteção civil, GNR, bombeiros e militares. A meta central é desobstruir caminhos para facilitar a circulação dos veículos de combate a incêndios.

O grande foco é a desobstrução de vias, para garantir mobilidade de meios de combate e evacuação. O ministro da Administração Interna sublinhou que as áreas prioritárias já estão quase definidas, com Leiria a exigir atenção especial pela gravidade dos danos.

Para o Governo, o dispositivo vai permitir disponibilizar meios humanos e equipmentos conforme os locais identificados. O ministro da Agricultura apelou aos proprietários para remover madeira de terrenos críticos, lembrando um apoio potencial entre mil e 1500 euros por hectare.

Fonte: Lusa.

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