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Anacom alerta para chamadas fraudulentas com número de autoridade

Anacom alerta para chamadas com spoofing do número oficial, pedindo dados pessoais sob alegadas informações da autoridade

Várias pessoas contactaram a Autoridade Nacional de Comunicações a reportar a receção de chamadas com recurso a "spoofing"
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  • A Anacom alertou que têm existido chamadas fraudulentas que se passam pela autoridade, com spoofing do número de atendimento 800 206 665.
  • Entre 6 e 7 de abril de 2026 várias pessoas receberam estas chamadas, supostamente feitas por colaboradores da Anacom, para obter dados pessoais.
  • Os burlões alegam situações ilícitas e mencionam a Polícia Judiciária, tentando pressionar as vítimas para revelar informação.
  • A Anacom avança que não realiza contactos deste tipo e que a informação transmitida nas chamadas é falsa; recomenda não atender nem devolver chamadas para o 800 206 665.
  • Em caso de dúvida, verificar a identidade da entidade contactante e, se necessário, contactar as autoridades de segurança ou apresentar queixa na PSP ou GNR.

A Anacom alerta para chamadas fraudulentas feitas com o número da autoridade. Entre 6 e 7 de abril de 2026, várias pessoas receberam ligações com spoofing do número de atendimento 800 206 665, alegadamente ligação da Anacom.

Os interlocutores dizem ser trabalhadores do regulador e tentam obter dados pessoais. Apresentam situações ilícitas supostamente ligadas a mensagens fraudulentas ou ao roubo de telemóveis, mencionando a Polícia Judiciária.

Segundo a Anacom, o padrão envolve dados pessoais parcialmente corretos, nomes ou identificadores falsos e pressão para revelar mais informações. A entidade reitera que não realiza contactos deste tipo e que a informação é falsa.

Medidas de proteção

Não atender nem devolver chamadas do 800 206 665. Não fornecer dados pessoais nem confirmar identidades sem verificação. Pedir confirmação da entidade contactante e possível adiar o contacto para confirmar identidade.

Caso haja suspeita de fraude, contactar as autoridades de segurança. Em caso de vítima, apresentar queixa na PSP ou GNR, ou contactar o Ministério Público ou o DIAP competente.

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