- O Governo criou o Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), uma estrutura de coordenação para reduzir o risco de incêndio rural antes do Verão.
- O CIPO será apresentado em Leiria, onde vai ficar instalado um centro de comando avançado da proteção civil que servirá de sede.
- A finalidade é remover o material combustível acumulado pelas tempestades, limpar áreas críticas, reabrir caminhos e melhorar acessos.
- Participam no CIPO os ministérios da Administração Interna, Defesa Nacional e Agricultura e Mar, com entidades como ANEPC, ICNF, AGIF, GNR, Forças Armadas e uma ligação da Liga dos Bombeiros.
- A estrutura funcionará em ligação permanente com autarquias, bombeiros, sapadores florestais e entidades locais, numa resposta coordenada a um cenário considerado extraordinário.
O Governo criou o Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), uma estrutura de coordenação para reduzir o risco de incêndio rural antes do Verão. Vai funcionar em Leiria, com um centro de comando avançado da proteção civil. A iniciativa surge numa conjuntura de milhares de árvores caídas após tempestades de inverno.
O objetivo é remover o material combustível acumulado, limpar áreas críticas, reabrir caminhos e melhorar acessos. O CIPO envolve três ministérios: Administração Interna, Defesa Nacional e Agricultura e Mar. A apresentação acontece em Leiria, onde ficará a sede.
A estrutura será coordenada pela ANEPC, com orientação técnica do ICNF e monitorização pela AGIF. A GNR fica responsável pela fiscalização; as Forças Armadas dão apoio operacional e logístico; há ainda um oficial de ligação da Liga dos Bombeiros Portugueses. O CIPO opera em articulação com autarquias, bombeiros e entidades locais.
Estrutura e funcionamento
Na apresentação em Leiria participam autarcas, forças militares, estruturas da proteção civil, bombeiros e empresas do setor florestal. O Governo descreve o CIPO como ferramenta de planeamento, antecipação, intervenção e controlo do risco, com atuação no terreno e coordenação permanente.
Enquadramento institucional
O comitê é interministerial, reunindo MAI, Ministério da Defesa Nacional e Ministério da Agricultura e Mar. A convocatória indica tempos exigentes de proteção do território e segurança das populações, devido à acumulação de combustível decorrente das tempestades.
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