- O extremismo violento tende a ser motivado por questões pessoais, aponta o último relatório anual de segurança interna.
- Felipe Pathé Duarte, professor na NOVA School of Law, analisa os fatores que explicam o aumento da radicalização entre os jovens.
- A marginalização social e o mundo digital são destacados como elementos que ajudam a radicalizar jovens.
- Duarte dirige o programa de mestrado em Direito e Segurança e foi nomeado pela Comissão Europeia para o Comité de Investigação da UE para a Prevenção da Radicalização.
O extremismo violento tende a ser cada vez mais motivado por questões pessoais, segundo o último relatório anual de segurança interna, divulgado esta semana. O documento analisa fatores que impulsionam a radicalização entre jovens.
Felipe Pathé Duarte, professor na NOVA School of Law, comenta as conclusões do relatório. Duarte coordena o mestrado em Direito e Segurança na instituição e tem experiência em Segurança e Defesa, com formação na Católica Portuguesa.
O académico, nomeado pela Comissão Europeia para o Comité de Investigação da UE para a Prevenção da Radicalização, explica que a marginalização social e o ambiente digital favorecem processos de radicalização entre jovens. O relatório aborda ainda trajetórias de extremismo e respostas de políticas públicas.
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