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Mais de 60% cosméticos comprados fora da UE não cumprem requisitos, diz Infarmed

Mais de sessenta e cinco por cento dos cosméticos analisados fora da União Europeia não cumprem regras, por rotulagem incorreta, documentação ausente ou ingredientes proibidos, com origem na China, EUA e Reino Unido

Imagem de contexto do artigo Mais de seis em cada dez cosméticos comprados fora da Europa e analisados não cumprem requisitos, diz Infarmed
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  • Mais de seis mil cosméticos foram analisados e 65% não cumpriam os requisitos da União Europeia.
  • As falhas envolveram rotulagem incompleta ou incorreta, ausência de documentação obrigatória ou ingredientes proibidos.
  • A operação ocorreu entre outubro e dezembro do ano passado e incluiu cremes, maquilhagem, pastas dentífricas e produtos para cabelo e unhas.
  • A maioria dos produtos não conformes provinha de países terceiros, especialmente da China, dos Estados Unidos e do Reino Unido.
  • A Comissão Europeia destaca a importância dos controlos para garantir produtos seguros aos consumidores e evitar desvantagem para quem cumpre as regras do mercado único.

A iniciativa de controlo da União Europeia, coordenada pela Comissão Europeia e apoiada pela Infarmed, identificou que mais de seis mil unidades de cosméticos comprados fora da Europa não cumprem requisitos da UE. Entre os produtos avaliados estiveram cremes, maquilhagem, pastas dentífricas e itens para cabelo e unhas.

Segundo a Infarmed, 65% das unidades analisadas não satisfaziam as regras, principalmente por rotulagem incorreta, falta de documentação obrigatória ou presença de ingredientes proibidos. A operação ocorreu entre outubro e dezembro do ano passado.

A análise revelou que a maioria dos produtos não conformes tinha origem em países terceiros, com destaque para a China, os EUA e o Reino Unido. O documento da Infarmed aponta para o crescimento do comércio eletrónico, que aumenta o volume de encomendas que chegam ao mercado europeu.

As autoridades enfatizam a importância dos controlos para garantir que apenas produtos seguros chegam aos consumidores. Ainda segundo o relatório, empresas que cumprem as regras não devem ficar em desvantagem no mercado único devido a produtos não conformes.

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