- O Relatório Anual de Segurança Interna mostra um crescimento de mais de 40% nos inquéritos sobre branqueamento de capitais por grupos especializados.
- O país tem sido cada vez mais utilizado como plataforma para branquear lucros do crime, segundo as autoridades.
- No ano passado multiplicaram-se as operações e os avisos com suspensões de transferências bancárias suspeitas para travar o circuito.
- Foram apreendidos centenas de milhões de euros.
- Em 2025 abriram-se mais de 4139 investigações de branqueamento de capitais, cerca de 80 por semana.
O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) revelou um aumento de mais de 40% nas investigações sobre branqueamento de capitais, com redes criminosas a escolher Portugal para lavar lucros do crime. A tendência aponta para maior atividade de fiscalização e de cooperação internacional.
Segundo o documento, no ano passado multiplicaram‑se as operações e as sinalizações de transferências bancárias suspeitas, em esforço para cortar o circuito de lavagens. As autoridades mantêm a pressão para impedir fluxos ilícitos.
O Governo apresentou o relatório após consolidar resultados de diversas entidades de segurança, com foco na proteção do sistema financeiro e na neutralização de redes especializadas. As ações destacam resposta coordenada entre entidades públicas.
Dados adicionais apontam para 4139 investigações sobre branqueamento de capitais em 2025, o equivalente a cerca de 80 casos por semana. Foram ainda registadas apreensões significativas de centenas de milhões de euros.
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