- O programa “Estou Aqui” da PSP já ajudou a reencontrar mais de sessenta crianças com as suas famílias.
- Mais de setecentos e oito mil menores utilizam a pulseira de identificação; este ano foram pedidos cerca de nove mil identificadores.
- Duarte, 11 anos, perdeu-se depois de assistir a um jogo em Alvalade, no fim do encontro frente ao Braga, em outubro.
- O pai, Hélder Carvalheira, não conseguiu ver o filho e Duarte dirigiu-se à polícia, mostrando a pulseira da PSP.
- O irmão mais novo, Tomás, de oito anos, também usa o identificador.
O programa Pulseiras “Estou Aqui” da PSP já permitiu o reencontro de mais de 60 crianças com as respetivas famílias. A iniciativa é usada por mais de 708 mil menores, que carregam o identificador que facilita o acesso aos dados dos pais.
Este ano, foram solicitado cerca de 9 mil identificadores, ampliando a capacidade de localização rápida de crianças que se perdem em locais com multidões.
Caso Duarte
Duarte, 11 anos, perdeu-se após assistir a um jogo em Alvalade, em outubro, quando o colapso de público dificultou a percepção de onde estaria. O pai, Hélder Carvalheira, iniciou a busca assim que o viu desaparecer. Em vez de seguir para o veículo, Duarte procurou a polícia e revelou ter a pulseira da PSP ao seu pulso.
Enquanto o pai procurava, Duarte manteve a posição junto das autoridades, contribuindo para a resolução do sucedido. O rapaz não sabia o contacto dos pais, mas mostrou a pulseira que permitiu aceder aos dados familiares para facilitar o reencontro.
O irmão de Duarte, Tomás, de oito anos, também utiliza o identificador, reforçando a rede de proteção familiar que a PSP pretende expandir com o programa.
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