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PSP alerta para degradação de instalações de esquadra no Porto

ASPP/PSP denuncia degradação das instalações da 2.ª Esquadra de Investigação Criminal no Porto, com graves condições de segurança, saúde e dignidade no Edifício Rainha Santa Isabel, e questiona tratamento desigual dentro da PSP

Associação fez exposição ao comandante da PSP
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  • A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) alertou para a degradução das instalações da 2.ª Esquadra de Investigação Criminal do Porto, destacando graves condições de segurança, saúde e dignidade.
  • A ASPP/PSP enviou uma exposição formal ao Comandante Metropolitano da PSP do Porto, na sequência do estado verificado no Edifício Rainha Santa Isabel, no Bonfim.
  • A associação afirma que o edifício já não reúne condições mínimas para o exercício da função policial e lembra que, anteriormente, a sede da 1.ª Divisão abandonou o local pelos mesmos motivos.
  • Questiona a manutenção da 2.ª Esquadra em instalações consideradas inadequadas, enfrentando uma alegada dualidade de critérios dentro da PSP.
  • A ASPP/PSP exige esclarecimentos sobre os fundamentos da diferença de tratamento entre polícias e sobre medidas, prazos e urgência para resolver a situação.

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) alertou para a degradação das instalações da 2.ª Esquadra de Investigação Criminal do Porto, destacando graves condições de segurança, saúde e dignidade no Edifício Rainha Santa Isabel, na freguesia do Bonfim. A denúncia foi feita esta sexta-feira pela APSP/PSP.

Em comunicado, a associação afirmou ter enviado na quinta-feira uma exposição formal ao Comandante Metropolitano da PSP do Porto, expressando preocupação com as condições de trabalho verificadas no edifício. A ASPP/PSP sustenta que o espaço já não cumpre as exigências mínimas de segurança, saúde e dignidade para o desempenho das funções policiais.

A ASPP/PSP recorda que a anterior sede da 1.ª Divisão saiu do local precisamente por motivos idênticos, o que, na perspetiva da associação, torna incompreensível a permanência da 2.ª Esquadra de Investigação Criminal naquele edifício. Questiona ainda a avaliação do Comando Metropolitano sobre a manutenção do espaço e solicita explicações sobre os fundamentos de tratamento diferenciado entre polícias e as medidas previstas para resolver a situação com urgência.

A comunicação da associação também indaga quais são os prazos para a implementação de melhorias, bem como as ações concretas que serão tomadas para repor condições adequadas de trabalho. A ASPP/PSP afirma que não é aceitável que profissionais continuem a exercer funções em instalações reconhecidas como impróprias pela própria hierarquia.

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