A funcionária administrativa da Procuradoria-Geral da República (PGR) morreu após um acidente na sede da instituição, em Lisboa. O incidente ocorreu na sexta-feira passada, envolvendo a porta do monta-cargas que se abriu mesmo quando a plataforma estava no piso inferior. A vítima foi socorrida, mas acabou por falecer na manhã de sábado.
A falha na porta foi identificada em 2024, durante uma inspeção de rotina, mas não foi corrigida. A morte ocorreu dois anos após a deteção do problema, que permitia que pessoas entrassem ou saíssem do elevador sem que a porta estivesse totalmente fechada.
Investigação e responsabilidades
A PGR abriu um processo interno para apurar as responsabilidades pelo acidente. Até ao momento, não houve responsabilização ou punição associada à falha que contribuiu para o desfecho fatal.
Medidas adotadas pela instituição
Após o acidente, a porta do monta-cargas foi substituída e o sistema de segurança foi reforçado para evitar ocorrências similares. A cadeia de respostas institucionais continua em curso, sem alterações adicionais anunciadas.
A situação gerou indignação entre funcionários da PGR e na sociedade, que questionam por que a falha não foi corrigida prontamente e por que não houve responsabilização.
A investigação permanece em curso, com a PGR a indicar que vai manter medidas para evitar incidentes semelhantes no futuro.
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