- O ministro da Administração Interna criticou a execução dos planos de investimento nas polícias, dizendo que ficou muito abaixo do aceitável.
- Luís Neves afirmou estar profundamente amargurado com a degradação de algumas instalações da PSP.
- A crítica incide sobre a execução da Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança.
- O plano regula investimentos para a PSP e a Guarda Nacional Republicana em cinco anos; o primeiro ciclo foi de 2018 a 2022 e o segundo começou em 2022.
- O segundo ciclo tem um investimento previsto de 607 milhões de euros e termina este ano.
O ministro da Administração Interna criticou a execução dos planos que regulam os investimentos nas polícias, afirmando que ficaram muito abaixo do aceitável. Em cerimónia pelos 50 anos do Corpo de Intervenção da PSP, mostrou-se profundamente amargurado com a degradação de algumas instalações.
A crítica recai sobre a aplicação da Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança, que define investimentos para a PSP e GNR ao longo de cinco anos. O ministro apontou falhas na execução dessas verbas.
Segundo António Luís Neves, a conjuntura institucional mostra uma discrepância entre o que era previsto e o que foi realmente executado durante o primeiro ciclo, que decorreu entre 2018 e 2022.
O segundo ciclo, iniciado em 2022, está em curso e terá um investimento previsto de 607 milhões de euros. O ministro reforçou a necessidade de acelerar a utilização destes recursos para melhorar infraestruturas.
A cerimónia ocorreu na sequência do aniversário do Corpo de Intervenção da PSP, onde foram ressaltadas as carências de instalações e a importância de investimento constante para a qualidade operacional das forças.
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