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Apagão revela problema de segurança na maior cadeia do país

Falta de iluminação nos pátios da maior cadeia do País, em Lisboa, suscita alerta de fuga e complica o trabalho dos guardas

Vista noturna de um espaço urbano com iluminação artificial
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  • A maior cadeia do País, em Lisboa, com 1.037 reclusos, está sem luz nos pátios há cerca de um mês, segundo o Sindicato Nacional da Guarda Prisional (SNGP).
  • O SNGP descreve a falha como uma “enorme quebra de segurança” que pode facilitar fugas.
  • A Direção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) confirma avarias em alguns holofotes, assegurando que não colocam em causa a segurança de instalações e pessoas.
  • O sindicato aponta que a falta de iluminação afeta a visibilidade nas torres de vigilância e nas zonas exteriores, complicando o trabalho dos guardas.
  • A DGSP e a Câmara de Lisboa indicam intervenções: avarias na via pública já reportadas à entidade competente, e a Eredes fará um piquete para resolver a situação junto à cadeia.

O Sindicato Nacional da Guarda Prisional (SNGP) denunciou ao CM que os pátios da cadeia de Lisboa, a maior do País, permanecem sem luz há cerca de um mês. A instituição encontra-se com 1037 reclusos nesta terça-feira. O sindicato aponta para uma grave falha de segurança que pode favorecer fugas, em especial devido à iluminação limitada nas zonas externas.

A Direção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) confirma a avaria de alguns holofotes, mas assegura que a falha não compromete a segurança de instalações nem de pessoas. Segundo o SNGP, a falta de iluminação prejudica o trabalho diário dos guardas, com zonas exteriores do perímetro, sobretudo as traseiras, sem iluminação adequada. Além disso, quem está nas torres de vigilância procede aos procedimentos de segurança da arma sem condições ideais.

Uma fonte oficial da DGSP afirmou ao CM que já foram reportadas falhas na via pública e que, no interior da prisão, alguns holofotes estão avariados, com empresas deslocadas ao local para avaliar o que é necessário reparar. Por outro lado, uma fonte da Câmara de Lisboa explicou que houve uma avaria na rua Marquês da Fronteira, junto à cadeia, que foi reportada à Eredes; um piquete será enviado na quarta-feira para resolver a situação.

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