- Dois mortos após a colisão entre um avião da Air Canada e um veículo dos bombeiros na pista quatro do Aeroporto LaGuardia; o avião vinha de Montreal.
- Os voos no LaGuardia foram retomados na tarde de hoje, com apenas uma das duas pistas em funcionamento e com longos atrasos.
- O secretário dos Transportes dos EUA disse que o aeroporto tem quadros suficientes, mas continua a enfrentar escassez de controladores de tráfego aéreo.
- A investigação está a cargo do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB); o secretário não pode adiantar detalhes sobre o que correu mal.
- Existem 33 controladores certificados no local e o objetivo é chegar aos 37.
O governo dos EUA confirmou uma escassez de controladores de tráfego aéreo no Aeroporto LaGuardia, em Nova Iorque, após o acidente que matou duas pessoas. A colisão envolveu um avião da Air Canada e um veículo dos bombeiros na pista quatro, durante a aterragem de um CRJ-900 vindo de Montreal. A situação resultou no retomar gradual dos voos, com apenas uma das duas pistas em funcionamento e atrasos significativos.
O secretário dos Transportes dos EUA afirmou, no local, que existem 33 controladores certificados no momento, sendo o objetivo chegar a 37. Duffy indicou que, apesar de haver pessoal suficiente em serviço, a atual escassez continua a afetar a operação no aeroporto. A investigação já está a cargo do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).
A colisão ocorreu no domingo à noite, quando o CRJ-900 da Air Canada aterrava, segundo relatos locais. O Canadá enviou uma equipa de investigadores para colaborar com as autoridades norte-americanas na apuração das causas do acidente.
Segundo fontes oficiais, o incidentes complica o funcionamento de um dos aeroportos mais movimentados da região de Nova Iorque, já afetado por uma paralisação parcial do governo. O objetivo é obter esclarecimentos que permitam evitar futuras falhas na coordenação entre tráfego aéreo e operações de emergência.
Investigação em curso
O NTSB lidera a investigação para determinar as causas da colisão entre a aeronave e o veículo de emergência. Autoridades dependentes das investigações mantêm o sigilo sobre detalhes operacionais do momento do acidente. A prioridade é compreender falhas de procedimentos e comunicações.
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