- O general Eduardo Mendes Ferrão explica formas de aumentar o batalhão de comandos e defende retirar o estigma que envolve a força.
- O curso de comandos do exército português apresenta uma das taxas de desistência mais elevadas.
- Famílias dos militares contam como é acompanhar os jovens durante o curso, entre medo e orgulho.
- Enviado do CM relata que forças israelitas estão a isolir a parte sul do Líbano, com ataques a pontes no rio Litani.
- Imagens mostram explosões provocadas por ataques de Israel a posições do Hezbollah no Líbano.
O general Eduardo Mendes Ferrão apresentou, na visão do CM, medidas para ampliar o batalhão de comandos do Exército Português, visando reduzir o estigma associado à força. A intervenção faz parte da segunda parte do projeto Investigação CM, publicada a 18 de março de 2026.
Segundo o militar, a estratégia envolve requalificação, recrutamento e mudanças na formação, com o objetivo de tornar o batalhão mais atractivo sem comprometer a seleção. A abordagem pretende «tirar o estigma» que ainda persiste entre referências públicas e entre famílias de militares.
O tema foi discutido numa altura em que o curso de comandos do Exército tem registado uma das maiores taxas de desistência entre os programas de formação. O relatório analisa fatores que influenciam a desistência e propõe medidas de melhoria em várias fases da formação.
Taxa de desistência no curso de comandos
Dados internos indicam que a taxa de conclusão do curso é inferior à média de outros ramos. Analistas considerados pela reportagem alertam para fatores de stress, exigência física e avaliação psicológica durante o traçado formativo.
Impacto junto das famílias
Famílias de militares contam, em entrevista, o empenho diário durante o curso. O acompanhamento próximo tem influência na perceção pública da disciplina, bem como no apoio logístico e emocional aos cadetes.
Contexto regional e internacional
Relatos de operações e exercícios ilustram o papel estratégico do batalhão no âmbito do Exército Português. Especialistas lembram a necessidade de manter padrões de operacionalidade e, simultaneamente, investir na saúde mental e na integração de novos soldados.
Entre na conversa da comunidade