- Carrinha celular da cadeia de Chaves avariou horas depois de receber um motor novo, na quinta-feira.
- O veículo, devolvido à cadeia na quarta-feira, transportava seis reclusos para a cadeia de Izeda, incluindo uma ida à visita íntima e outra ao dentista.
- A avaria ocorreu junto ao posto da Guarda Nacional Republicana de Valpaços, onde os militares ajudaram a transferir os reclusos para as instalações da GNR.
- Os reclusos ficaram cerca de duas horas nesse local, até serem novamente transportados para a prisão de Chaves por outra viatura.
- O Sindicato Nacional da Guarda Prisional denunciou falhas de segurança nas carrinhas e afirmou que são um perigo; os Serviços Prisionais não responderam em tempo útil.
Uma carrinha celular da cadeia de Chaves avariou apenas horas depois de receber um motor novo, quando transportava seis reclusos. O incidente ocorreu na quinta-feira, perto do posto da GNR de Valpaços.
Segundo o Sindicato Nacional da Guarda Prisional (SNGP), a viatura tinha sido entregue na quarta-feira à cadeia de Chaves. Na manhã de quinta foi usada para levar seis presos à cadeia de Izeda, para visitas íntimas e para audiências de dentista.
Ao surgir a avaria, os militares da GNR ajudaram a transportar os reclusos para as instalações da força, onde permaneceram cerca de duas horas até serem transferidos noutra viatura para a prisão de Chaves.
Situação de segurança e respostas
O SNGP aponta preocupações sobre a segurança das carrinhas celulares dos Serviços Prisionais, alegando que apresentam riscos para quem as utiliza e para outros utentes da via pública. O CM contactou os Serviços Prisionais, mas ainda não obteve resposta.
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