- O New START, o mais recente acordo de controlo de armas nucleares entre as duas maiores potências, expirou em 5 de fevereiro de 2026.
- O regime de controlo nuclear tem tido um papel central na redução do risco de uso de armas nucleares desde 1963, proporcionando maior previsibilidade e transparência.
- A continuidade do controlo de armas nucleares é apresentada no contexto geopolítico atual como uma oportunidade e uma inevitabilidade na competição entre grandes potências.
- O acordo manteve, ao longo de décadas, a função de instrumento de política externa e moderador da dissuasão nuclear entre os Estados Unidos e a Rússia.
O New START expirou a 5 de fevereiro de 2026. O acordo, o mais recente entre os EUA e a Rússia para o controlo de armas nucleares, deixa de vigorar a partir dessa data. O fim ocorre num contexto de competição estratégica entre as duas potências.
O regime de controlo de armas nucleares tem sido um pilar da relação bilateral desde 1963. Analistas destacam que o acordo trouxe maior previsibilidade, transparência e reduziu o risco de uso de armas nucleares.
Implicações para a segurança global
A expiração abre espaço para novos mecanismos de verificação e negociação ou para a busca de acordos substitutos. Especialistas apontam que a continuidade de mecanismos de controlo depende de vontade política e de negociações entre as duas potências.
A avaliabilidade estratégica fica a cargo de futuros acordos entre Washington e Moscovo. As autoridades indicam que a via diplomática permanece essencial para reduzir riscos de escalada e manter a dissuasão nuclear estável.
O que se segue
Com a cessação do acordo, pode haver reconfigurações na postura de defesa e nos cris o de transparência. Observadores ressaltam a importância de manter canais de diálogo abertos para evitar ambiguidades.
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