A Ucrânia? Não. Pegue esta notícia: ataques de Israel no leste do Líbano, intensos confrontos com Hezbollah, deixam dezenas de mortos. Segundo o Ministério da Saúde libanês, 41 pessoas perderam a vida até sábado, com dezenas de feridos. Nabi Chit, Baalbek e áreas vizinhas foram afetadas durante a noite de sexta para sábado.
As Forças Armadas de Israel intensificaram bombardeamentos no sul e leste do Líbano, acompanhados de intercâmbios de fogo com combatentes do Hezbollah. A escalada ocorreu na sequência de ataques aéreos que começaram na sexta-feira à noite, com relatos de infiltração aérea em Nabi Chit.
Nabi Chit e Baalbek
O exército libanês informou que três militares morreram no confronto, associado a uma operação de comando israelita em Nabi Chit. A defesa libanesa disse que tropas israelitas chegaram ao local e foram alvo de resistência do Hezbollah, com tiroteios que se estenderam até ao início de sábado.
Shmistar e outras ações
Mais adiante, o Ministério da Saúde libanês confirmou que seis pessoas, incluindo quatro crianças, morreram num ataque israelita a Shmistar. Israel confirmou ataques a alvos do Hezbollah no sul e leste do Líbano, alegando ter abatido comandantes e atingido instalações militares, incluindo centros de comando.
Contexto regional
Os eventos ocorrem no contexto da escalada entre Israel e Hezbollah, que intensificaram ações após disparos de mísseis do Hezbollah contra território israelita. A tensão envolve apoiadores regionais e se insere na guerra mais ampla no Médio Oriente.
Operação de busca de um piloto desaparecido
Israel divulgou uma operação de forças especiais no interior do Líbano, buscando informações sobre Ron Arad, navegador israelita desaparecido desde 1986. O Exército afirmou não ter registado feridos entre as suas tropas, nem objetos relacionados encontrados no local.
Reações e apelos internacionais
O Hezbollah afirmou que as tropas de Israel, ao chegarem a Nabi Chit, foram confrontadas e atacadas no cemitério local. O ministro da Defesa israelita avisou que o país pode impor um alto preço se o Líbano não desarmar o Hezbollah. O coordenador da ONU para o Líbano pediu negociações para encerrar hostilidades, destacando a necessidade de evitar um agravamento adicional.
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