- Legionella detetada a 29 de dezembro numa torneira de banho feminino da 1.ª Esquadra da Divisão de Segurança a Transportes Públicos de Lisboa levou ao encerramento preventivo das casas de banho e do atendimento ao público.
- A PSP informou que o espaço foi encerrado de imediato e o Metropolitano de Lisboa foi avisado, que por sua vez notificou a autoridade de saúde competente.
- Como os resultados laboratoriais devem ficar conhecidos em cerca de 45 dias, foi recomendado encerrar preventivamente todas as instalações sanitárias da esquadra.
- Serão implementadas soluções para manter a atividade operacional, incluindo balneários alternativos pelo Metropolitano de Lisboa e a reafectação de pessoal a instalações seguras.
- O Sindicato das Polícias Portuguesas acusa negligência e diz ter conhecimento da situação desde o fim do ano passado, avaliando um pedido de indemnização para os profissionais afetados.
A PSP encerrou preventivamente as casas de banho e as instalações de atendimento ao público da 1.ª Esquadra da Divisão de Segurança a Transportes Públicos de Lisboa após detecção de legionela. O facto ocorreu a 29 de dezembro, numa torneira da casa de banho feminina. A posição da força foi que o espaço foi fechado de imediato e comunicado ao Metropolitano de Lisboa, que acionou a autoridade de saúde competente.
Como os resultados laboratoriais demoram cerca de 45 dias, a PSP optou pelo encerramento preventivo de todas as instalações sanitárias da esquadra. O objetivo é evitar riscos à saúde de funcionários e do público.
Para manter a atividade operacional, vão ser criadas soluções alternativas. O Metropolitano de Lisboa vai disponibilizar balneários, e haverá uma reafectação funcional de pessoal para instalações seguras.
Medidas em curso
A PSP aponta que a situação já era conhecida no final de 2025, mas não houve encerramento das instalações nem comunicação aos agentes sobre a presença de legionela. Está a ser avaliada a adoção de indemnizações a profissionais que utilizam ou utilizaram as casas de banho.
Reação sindical
O Sindicato das Polícias Portuguesas acusa a PSP de negligência e exige esclarecimentos sobre as medidas de proteção aos trabalhadores. A entidade refere ainda que pode avançar com ações em sede administrativa para compensação dos danos.
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