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Instagram nega violação de segurança após emails pedirem senha

Instagram nega violação de dados após e-mails a pedir alteração de senha; Meta assegura contas seguras, mas Malwarebytes aponta fuga de 17,5 milhões de contas

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  • O Instagram negou ter sofrido violação de dados, garantindo que as contas estão seguras e que os utilizadores podem ignorar os e-mails recebidos.
  • A Meta confirmou a existência de um problema técnico que permitia a terceiros requererem a alteração de senha para algumas pessoas, já resolvido.
  • O Instagram não respondeu às perguntas da BBC sobre a entidade externa capaz de enviar solicitações de mudança de senha em nome da empresa.
  • A Malwarebytes afirma que os e-mails de alteração de senha resultam de um ataque de hackers e que 17,5 milhões de contas teriam dados roubados.
  • A empresa de segurança diz que os dados podem ter sido obtidos em 2024 e vendidos num fórum de hackers.

O Instagram nega ter sido alvo de um ataque cibernético após utilizadores receberem e-mails a solicitar a alteração de senhas. A Meta, propietária da plataforma, garantiu que não houve violação dos sistemas e que as contas permanecem seguras.

A empresa confirmou a existência de um problema que permitia a terceiros solicitar mudanças de senha para algumas pessoas. Não houve esclarecimento público sobre quem enviaria as solicitações em nome da plataforma.

Especialistas levantaram dúvidas sobre a explicação oficial. A Malwarebytes sustenta que os e-mails são consequência de um ataque hacker e de uma venda de dados. Afirmam ter 17,5 milhões de contas potencialmente afetadas, com informações como nomes, contactos e endereços de e-mail.

A Malwarebytes informou à BBC que o incidente pode estar ligado a dados vendidos em fóruns de hackers, relativos a 17,5 milhões de utilizadores do Instagram, num ataque alegadamente ocorrido em 2024. O facto é alvo de investigação em várias frentes.

O problema foi resolvido pela Meta, mas persiste a incerteza entre utilizadores, que continuam a questionar a origem e a natureza das mensagens. A empresa reiterou que as contas estão seguras e pediu aos utilizadores para ignorar os e-mails suspeitos.

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