- Tânia Gaspar afirma que crianças que são vítimas precisam sentir que houve reparação concreta, e não apenas a expectativa de não voltarem a sofrer.
- Defende o acompanhamento tanto de vítimas como de agressores como parte de uma resposta integrada à violência escolar.
- As discussões públicas sobre violência escolar têm consenso de que as vítimas precisam de suporte e reparação, não apenas promessas de evitar novos danos.
- O tema envolve políticas de proteção e prevenção nas escolas, com foco em respostas estruturadas.
Tânia Gaspar salientou que, no contexto da violência escolar, as vítimas precisam de uma reparação concreta, e não apenas de promessas de evitar que os factos voltem a acontecer. A declaração foi feita numa intervenção pública sobre o tema.
A dirigente defende o acompanhamento de vítimas e também de agressores como parte de uma resposta integrada. A ideia é assegurar apoio contínuo e uma monitorização que reduza o risco de reincidência.
Este posicionamento surge num debate sobre políticas de proteção e prevenção nas escolas. O objetivo é traduzir a reparação em medidas concretas e eficazes, alinhadas com práticas de proteção de menores.
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